segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Gibson Les Paul Standard 1981

A farra de Gibson aqui em Fortaleza não acaba e ainda tem mais umas 3 aqui na fila pro blog. Essa Les Paul pertence ao Tiago Pinto, um dos clientes mais presentes aqui na casa e dono de uma bela coleção. A guitarra precisava de um trato nos trastes, além da regulagem e troca de cordas. 

Essa é do mesmo ano que a Les Paul do Emílio Tahim, portanto não é uma coincidência que ambas sejam guitarras bem pesadas (a Gibson não devia ainda fabricar a Les Paul com as partes ocas), mas todas com excelente som. 

Os trastes estavam muito oxidados e arranhados, o que foi solucionado com o arredondamento e polimento. As cordas usadas foram Elixir 0.10. 









terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Gibson Les Paul Classic 60

Um dos vários instrumentos legais do Sarquis Filho é essa Classic 60. Essa é uma das cores mais bonitas da Gibson (se não me engano chama-se honey burst). Achei um pouco estranha a cor das marcações da escala, mas isso não compromete o visual da guitarra, que veio pra cá pra troca de trastes, cordas e regulagem. 

Uso Dunlop 6000 em todas as guitarras do Sarquis. Assim como eu, ele era dependente de escalas escalopadas e a única forma que encontramos de não fazer mais isso é usar trastes imensos. Sarquis está usando cordas 0.10, mais finas do que ele costuma usar por causa de uma tendinite no punho esquerdo. Usei Elixir, mantive uma ação média e fiz todas as regulagens.








quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Gibson Les Paul Custom 1981

No Facebook isso rendeu uma discussão muito divertida. Alguém que se diz luthier foi trocar os trastes dessa Custom e o resultado final foi esse da primeira foto abaixo. Como sabemos, a remoção de trastes deve ser feita usando os produtos e ferramentas adequados para que a escala não seja danificada. A escala das Custom é de ébano, que é uma madeira muito quebradiça e sujeita a esses danos, então os cuidados devem ser redobrados. Coisa que não foi dita ao incompetente que fez a troca de trastes anterior, que ainda por cima deixou a escala cheia de arranhões e marcas de martelo. A segunda foto mostra o que havia por baixo do trabalho porco. Essa crosta amarelada é o excesso de Super Bonder. Não fiquei muito surpreso com nada disso. É o que se espera de um trabalho porco e já havíamos visto isso na Les Paul do Álvaro

A terceira foto mostra a restauração em andamento. A quarta mostra a restauração finalizada e os trastes novos já colocados. Faltava apenas a limpeza final e hidratação. O restante das fotos mostra o trabalho finalizado.

Essa Les Paul pertence ao Emílio Tahim e é um belíssimo instrumento. As cordas usadas foram D'addario 0.10 e os trastes foram Dunlop 6105.













sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Telefones!

Recuperei meu número da Oi! Vou ficar usando Oi e Tim. Vocês já sabem os números!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Gibson Les Paul Reissue 1958

Essa guitarra é tão bonita que fiz questão de colocá-la aqui no blog mesmo que já tendo postado outra R8 antes! Essa é a outra Les Paul do Bergson Alves, que estava bem desregulada e com trastes muito oxidados. Ela é 100% original (assim como a R8 do Duílio Rocha), portanto conta com os mesmos trastes pequenos, ponte e cordal bem leves e com os Gibson 57 Classic.

Fiz o polimento de trastes, limpei e hidratei a escala, coloquei Elixir 0.10 e deixei a ação média-baixa. Bergson avisa q essa cor se chama washed cherry. Alguém confirma a informação?











quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Novo número

Amigos, estou temporariamente usando um número da Tim: (85) 9992-6681. Aviso assim que eu recuperar meu número da Oi.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Gibson Les Paul Custom

Essa guitarra é impressionante. A Les Paul Custom é um instrumento ao qual ninguém fica indiferente. Ela não tem o tampo de maple. É tudo mogno e com a escala de ébano. Eu acho um charme o friso de várias camadas no corpo e headstock, além desse losango no centro do head. Não sou muito fã de hardware dourado, mas não há como negar que nessa guitarra o hardware dessa cor ajuda a deixá-la com um visual ainda mais chique. É uma guitarra pesadíssima, então dificilmente você vai querer fazer um show de 2 horas com ela (a não ser que você seja um monstro puxador de ferro como o Zakk Wylde, o que não é meu caso).

O Bergson Alves enviou a guitarra de Juazeiro do Norte pra dar um trato nos trastes (nivelamento, arredondamento e polimento), trocar cordas e fazer regulagem de rotina. As cordas estavam muito altas, as oitavas estavam muito desreguladas e os trastes estavam muito judiados. Usei Elixir 0.10 e mantive uma ação de cordas média-baixa. O resultado pode ser visto aí nas fotos. O que não pode ser visto aqui adequadamente é verdadeira cor da guitarra (que segundo o Bergson é oxblood). Ela é meio cor de café, só que muito escuro e é um pouco difícil mostrar essa cor em fotos feitas em ambientes com luz artificial.