segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Fender American Standard Stratocaster

Eu nunca tive uma guitarra Fender e eu sabia que no dia em que comprasse uma eu teria que fazer muitas modificações. Conforme vocês estão vendo nos posts, mesmo guitarras americanas caras podem ter defeitos. Às vezes são defeitos sutis, mas há defeitos grosseiros. No caso de uma guitarra minha, eu devo corrigir todos os defeitos pequenos ou grandes e ainda fazer as modificações que podem tornar a guitarra um instrumento mais fácil de se tocar. Não faz o menor sentido alguém perceber falhas em uma guitarra que pertence a um luthier – não dá pra ter uma guitarra minha fazendo propagando contra meu trabalho.

É óbvio que a primeira coisa a modificar estava no braço da guitarra. Os trastes originais eram muito pequenos, mal acabados, cheios de arranhões e deixavam a tocabilidade muito dura (ver foto 1). Trocar os trastes não é problema pra mim, mas meu receio era quanto à retirada da pestana. Os trastes que eu uso nas minhas guitarras (Dunlop 6000) são muito altos e em geral é necessário colocar um calço por baixo da pestana pra fazer a compensação da altura dos novos trastes (senão as cordas soltas ficam trastejando). O verniz do braço foi aplicado depois da instalação da pestana, portanto a remoção desta implicaria no descolamento do verniz na área ao redor e isso ia ser um reparo chato de fazer. Mas eis um defeito que acabou sendo benéfico: os luthiers da Fender erraram feio na altura da pestana, que estava muito alta. As cordas soltas estavam muito altas com os trastes originais e o que aconteceu foi que com os novos trastes (muito mais altos) a altura das cordas na casa 1 ficou perfeita pra mim. Muito obrigado, seus luthiers incompetentes!!!

Eu também não queria que os “pezinhos” dos trastes ficassem à vista na lateral da escala, então eu os escondi e consegui fazer isso sem ter que passar outras demãos de verniz no braço. Eu consigo fazer isso com uma resina que eu mesmo fabrico que adquire qualquer que seja a textura do verniz (ver foto 2). Legal, né?


Outra coisa que eu não queria era mexer no abaulamento da escala. Mesmo preferindo escala planas eu decidi usar essa guitarra do jeito que ela é (9,5 polegadas). Os trastes foram instalados e super polidos pra garantir um bom visual e maciez dos bends e vibratos (ver foto 3). Depois foi só hidratar a escala e fazer a devida regulagem. As cordas foram D'addario 0.11. Eu consegui deixar a guitarra bem confortável, ainda que com uma ação não tão baixa quanto as minhas Lunacy, que possuem escala bem plana (conheçam o trabalho do Pérsio aqui).


Como meu estilo de tocar envolve o uso intenso de alavanca (obrigado, Jeff!) eu preciso que a ponte fique flutuando (ver foto 4). Aqui cabe uma observação: eu adoro os materiais usados na ponte da Fender standard e os modelos 2010 agora possuem os carrinhos vintage na ponte moderna. Achei interessante. Antes que perguntem: não, ela não desafina muito. Eu não passo as cordas pelo rebaixador no headstock (ver foto 5), pois é mais um ponto de atrito pras cordas quando se usa a alavanca. Pra ajudar na afinação eu lubrifico a pestana e ajusto a tensão de molas. Já encomendei as tarraxas com trava da Fender.


Troquei o escudo original branco e sem graça pelo escudo branco perolado, que é bem mais bonito e que valoriza muito o visual do instrumento.

Fiz modificações na eletrônica. O capacitor cerâmico de 220pf (ver foto 6) serve pra controlar melhor a dinâmica pelo botão de volume sem perder o brilho. Mantive o capacitor de .22 no tone. De início eu coloquei os Rosar Dual Blade (Extreme hot na ponte e meu modelo signature no meio e braço). É claro que ficou muito bom, mas decidi passar mais tempo com os singles pra ver se consigo me adaptar a eles. Eu gostei dos singles Fender, mas achei o da ponte magro demais. Então coloquei Rosar: Hot 44 na ponte e True Vintage no meio e braço. O som tá uma cacetada, mas é provável que eu use o Vintage hot no braço pra sons mais ofensivos tipo SRV.


Eu não sou um bom guitarrista, mas sou exigente com guitarra e minha profissão exige isso. Mesmo ao comprar um instrumento de bom nível há uma série de modificações que o tornam melhor e mais bonito ainda.  




32 comentários:

Hilário Ferreira disse...

Faltou falar da cor: cor de surpresa!

Luciano disse...

azul bebe..hehhehehe

Luciano disse...

azul bebe..hehhehehe

Rafael Gomes disse...

Azul bebê? Essa guitarra é cor de chumbo. Ajuste as configurações do seu monitor. :-)

Rafael Gomes disse...

Azul bebê? Essa guitarra é cor de chumbo. Ajuste as configurações do seu monitor. :-)

Sir.Paulo disse...

Parabéns!!!

Gostei do Review Critico, é bom quebrar certos mitos de que tudo que é americano e de marca famosa é perfeito!

Edilson disse...

Bom, até agora não achei nada de ESCANDALOSO e PROBLEMÁTICO nessa Fender não...Como vc mesmo disse, Rafael, mesmo as PRS possuem defeitos de fábrica, o que dizer de uma fender que também é fabricada em larga escala? Quanto ao "defeito" do nut, acredito que HÁ A POSSIBILIDADE de q seja proposital justamente para que o dono regule de acordo com o calibre de cordas que preferir. Quanto aos trastes, eu NUNCA vi uma guitarra que viesse de fábrica com os trastes perfeitos, até pq no transporte, por mais "seca" que a madeira da guitarra esteja, ela vai sofrer dilatação térmica (fenômeno físico comum a qualquer material que passa por oscilações de temperatura, e convenhamos aqui no Ceará e no Brasil em geral, oscila MUITO...). Ou seja, não acho que os luthieres da fender são incompetentes, acho apenas que estamos vivendo uma nova realidade, que é o mundo capitalista com produção em larga escala. A tendência é essa, mesmo para marcas renomadas como Fender, a tendência é usar mão de obra asiática de baixo custo e terceirizar a produção...Quer coisa PERFEITA? Compre uma Suhr ou uma Tom Anderson, mas aí seu bolsinho vai pesar...Quanto a fender american, o preço dela eh excelente pra qualidade dela...isso nos EUA...A fender não tem culpa se o mercado nacional mete 60% de imposto e rouba brasileiros despolitizados que não lutam pelos seus direitos, e tem mais, os vendedores de instrumentos musicais aqui no Brasil e principalmente em Fortaleza, são totalmente sem noção e ainda colocam mais 40% de lucro em cima dos 60%...aí meu amigo, não tem bolso que aguente...

Rafael Gomes disse...

1- Vc não entendeu o problema do nut. Não é quanto ao calibre das cordas, mas sim a altura, q estava completamente errada e calibre de cordas não faz diferença nisso;

2- vc não entendeu o problema dos trastes. Variação térmica não faz um traste ficar limado, quadrado e mal acabado. Eu troquei pq gosto de trastes imensos e não há nada no mundo q me faça tocar numa guitarra com trastes ridiculamente pequenos e pega muito mal pra mim ter uma guitarra com trastes cheios de arranhões;

3- todas as PRS q eu vi tinham trastes perfeitos;

4- agora sim essa guitarra está com trastes perfeitos.

Anônimo disse...

Legal! Sou frequentador deste blog, sempre esclarecedor!
Abraço

delio disse...

Desculpem, não sou anônimo, não! Meu nome é Délio, sou cearense, guitarrista apaixonado por blues e residente em BrasÍlia!
Abraço a todos!

Anônimo disse...

Parabéns pela guitarra e por seu trabalho ! Já tive 2 stratos Am Stand.(98 e 2008) que vendi e agora a poucos dias comprei uma ano 2010 (us 10..)sunburst/maple e a guitarra foi a melhor das 3 que tive e inclusive veio bem ajustada até as oitavas, o braço, o acabamento dos trastes, o verniz do braço, os captadores tem um som muito bom, como vc disse apenas o da ponte é um pouco mais magro bem estilo tele, mas me agradou muito. Como tb gosto de usar a alavanca bastante, deixei a ponte como veio flutuante, apenas regulando um pouco as molas, para estabilizar melhor a afinação. Uso cordas 0.9. Minha pergunta é: Você regula os parafusos das molas com a mesma distância ou nas cordas mais graves aperta mais para compensar a tensão maior dessas cordas, ou deixa eles iguais? E qual foi a distancia que vc deixou a ponte do corpo? (4, 5 mm) Desculpa me alongar tanto, e valeu pelas dicas e parabéns pelo blog. Paulo

Anônimo disse...

Uma pergunta: se vc necessitasse elevar o nut vc disse que usaria um calço. O certo ñ serie instalar um NOVO nut, na altura desejada? Calço em nut ñ compromete o timbre?

Rafael Gomes disse...

Paulo, eu recomendo q vc fuja de 0.09 pq a guitarra fica com som de banjo com essas cordinhas finas. Eu usei 0.10 nessa Fender por uns dias, mas achei o som raquítico demais e acabei voltando pras minhas 0.11.

A posição das molas traseiras de preferência precisa ser igual, mas apenas por segurança. Apertar uma mais do q a outra não diminui a tensão dos bordões ou das primas pq a pressão das molas é aplicada na ponte de maneira uniformeme. Sua teoria teria validade se fosse uma ponte pra cada corda, mas não é assim q funciona, entende? Minha ponte deve ficar a uns 5 mm do corpo. É apenas o suficiente pra fazer um bend de 2 tons na corda G.

Não há problema nenhum usar calço na pestana. Aliás, isso é um procedimento extremamente comum q até mesmo o Dan Erlewine utiliza.

alexandre disse...

Minha fender eh uma standart 2010 o serial dela eh US10...... to na duvida pois naumm encontrei esse serial no site da fender. Sera verdadeira?

Luthier em Recife disse...

40 anos sem reclamação! Prestando assistência técnica na capital pernambucana

O 3º luthier menos ruim do mundo


www.dcordas.com.br Fone: 55-81- 32270975 e 87148567
.
A D' Cordas desde 1966 vem construindo e restaurando instrumentos de corda com alta qualidade e precisão. Exportando para diversos países. Tem orgulho de ser uma empresa genuinamente brasileira, valorizando e respeitando a matéria-prima, nacional e importada, utilizando-a para a construção dos mais variados instrumentos clássicos e populares.
Tendo como principal objetivo a satisfação do cliente, dando-lhe a possibilidade de ter um instrumento personalizado e único. Conta com a experiência de seu fundador, o premiado luthier Genivaldo de Andrade, eleito o 3º no hancking mundial no Festival Mundial da Música Instrumental em Cordas, apresentado e realizado em Tóquio, no ano 2000, através do seu cliente e representante: S. Christian Germana.. Residente na Alemanha
Em abril de 2004 e 16 de setembro de 2006/2007. Andrade foi citado no Especial Super Guia - Recife, publicado pela Revista Veja, junto aos melhores profissionais da cidade.
Todo reconhecimento não vem a toa. Descubra também o que os Instrumentos D' Cordas têm de tão especial.

PG 78 PG 49 PG 126
A D’Cordas é uma empresa familiar especializada na fabricação de instrumentos de cordas de qualidade. As principais características de nossos instrumentos são os cuidados com que é construído, o que lhes confere uma grande qualidade acústica, o excelente acabamento e sua beleza. Como resultado, temos a obtenção de contrabaixos (e/ou instrumento em geral )de primeira qualidade, tanto para estudantes ( Com preços contenciosos) como para músicos profissionais.
Nossos contrabaixos ( e/ou instrumentos em geral ) são o resultado da combinação entre a antiga tradição artesanal em nossa lutheria ,que permitem uma escala regular de produção. Desta forma, estamos em condições de satisfazer uma demanda crescente de instrumentos mantendo nossa habitual qualidade de "instrumento de autor". Isto só pode ser alcançado devido ao fato de que na construção dos mesmos, há a intervenção de luthiers que são também instrumentistas. Desta forma, constituem-se uma inigualável vantagem na obtenção da qualidade final que identifica nossos produtos, Sob os cuidados de Genivaldo de Andrade divisão de Fabricação, Escultórico e Restauração: D`CORDAS Instrumental Musical.
luthiergandrade@yahoo.com.br

Luthier g andrade disse...

luthiergandrade@yahoo.com.br 40 anos sem reclamação! Prestando assistência técnica na capital pernambucana

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Em abril de 2004 e 16 de setembro de 2006/2007. Andrade foi citado no Especial Super Guia - Recife, publicado pela Revista Veja, junto aos melhores profissionais da cidade.
Todo reconhecimento não vem a toa. Descubra também o que os Instrumentos D' Cordas têm de tão especial.

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A D’Cordas é uma empresa familiar especializada na fabricação de instrumentos de cordas de qualidade. As principais características de nossos instrumentos são os cuidados com que são construídos, o que lhes confere uma grande qualidade acústica, o excelente acabamento e sua beleza. Como resultado, temos a obtenção de contrabaixos (e/ou instrumento em geral )de primeira qualidade, tanto para estudantes ( Com preços contenciosos) como para músicos profissionais.
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Glaucio Wall disse...

Mexeu mexeu e no final das contas guitarra feiiinha, escala de rosewood sucks, cor azul de fusquinha 69. eca.

Giani disse...

Gostei muito do cuidado que você tem com suas guitarra, gostaria de saber sua opnião, eu comprei uma fender telecaster 72 custom que estava atirada num galpão a mais de vinte anos, a data de fabricação q está inscrita no humbucker wide range é de 1975, por estar atirada alguém quebrou o braço, a pergunta é a seguinte: estou restaurando ela sería bom eu comprar um braço ou tenter recuperar o quebrado? sendo q o quebrado não tem faixa atrás do braço, obrigado e desculpe o encômodo giani_rs@yahoo.com.br

sepacheco disse...

Prezado:
O Calibre da corda influencia sim no ajuste do nut e dos sadles. Em nuts tipo fender, se vai usar cordas mais grossas precisa alargar e afundar as fendas... isso para que a corda corra direito e não prenda com o uso do tremolo e para que seja mantida a altura de ação. Os rebaixadores de corda em guitarras com hedstock não angulado tem a importante função de pressionar as cordas contra o nut.. sem isso o sustain e reduzido e o timbre alterado...
Trastes baixos e trastes altos tem caracteristicas sonoras diferentes...você pode preferir um ou outro, MAS não significa que um é melhor que o outro. Na verdade você não queria e não gosta de Fenders Stratocasters... Tudo que fez foi alterar as caracteristicas da guitarra, ela já não soa como uma, deveria ter economizado dinheiro e feito uma para você...
Quanto aos trastes, é muito dificil realmente virem bam alinhados.

Anônimo disse...

O povo ainda se ilude com guitarras Fender...kkkkkkk

Pedro Ditz disse...

Só para esclarecer uma dúvida: é possível misturar um braço fender special com um corpo fender standard? Digo isso em relação à regulagem das oitavas. Pelo que vi, os necks com 22 trastes têm apenas um prolongamento da escala, sem afetar o comprimento da parte de baixo do braço.

Anônimo disse...

Acho uma pilantragem os preços desses instrumentos. Quanto à qualidade é claro que isso é produto de indústria! Outra pilantragem! Era pra custar R$ 500,00 e tava muito bão,pô! O Léo quando projetou isso aí o fez de olho na massificação! "Guitarra para todos"! O único problema é que não existem tantos guitarristas de verdade, assim! Tem um monte de malabarista, contorcionista e afins. Imagina o número de guitarras que são postas à venda no mundo todo dia! Precisa achar otário para jogar dinheiro fora (pra eles, né?) e pensar que é artista. Isto não se fabrica.

Anônimo disse...

só fala merda em glaucia wall

Anônimo disse...

Muito bom, a minha é uma Fender strato made in china e está precisando de uma regulagem caprichada destas. Parabéns.

Jeronimo disse...

Alterar uma guitarra deste jeito acaba tirando totalmente as características, seria mais intereçante escolher uma que se adaptasse mais ao seu estilo ou contruir uma já que és um luthier. Gosto da Fender como ela é caso contrário escolheria outra guitarra. Ajustar a altura do nut, nivelar e retificar os trastes fazem parte dos ajustes de qualquer guitarra quando necessário. Só espero que a guitarra tenha ficado boa para você depois de tantas modificações. Boa sorte.
OBS: Ofender luthiers da Fender não vai te trazer nenhum prestígio.

Unknown disse...

Eu tinha uma Standard 2013 que percebi um possível defeito de fábrica... qndo usava algum drive e tocava a terceira corda, a mesma fazia uma vibração fora do normal e sem mesmo eu esboçar qualquer movimento. Ficava tipo um vibrato mto rápido e soava horrivel.
Levei em alguns luthiers aqui de Aracaju-Se mas nao conseguiram descobrir o que causava essa tal vibração...
Me conformei e usei a guitarra por 2 anos. Agora acabei de comprar uma Special e a surpresa, veio com o mesmo problema e somente na terceira corda.
Será que é defeito no braço?

Rafael Bezerra disse...

Eu tinha uma Standard 2013 que percebi um possível defeito de fábrica... qndo usava algum drive e tocava a terceira corda, a mesma fazia uma vibração fora do normal e sem mesmo eu esboçar qualquer movimento. Ficava tipo um vibrato mto rápido e soava horrivel.
Levei em alguns luthiers aqui de Aracaju-Se mas nao conseguiram descobrir o que causava essa tal vibração...
Me conformei e usei a guitarra por 2 anos. Agora acabei de comprar uma Special e a surpresa, veio com o mesmo problema e somente na terceira corda.
Será que é defeito no braço?

almendro disse...

Rafael Bezerra,

Essa vibração estranha chama-se Wolf tone. TODA Stratocaster de Alder com braço escala de rosewood com os captadores single clássicos tem, é uma caracteristica que faz a madeira vibrar e interagir com esta nota estranhamente, e se o captador estiver muito perto das cordas fica inviável para tocar. para amenizar, baixe a altura do captador em relação as cordas, ou troque o captador por loiseness. Aqui resolveu.

Almendro disse...

É Captador Noiseless, kkk

Almendro disse...

Anonimo, DIZ para Jimi Hendrix, Stevie Ray Vaughan e Eric Clapton que eles foram iludidos por todo esse tempo, kkkkkk

Almendro disse...

E não é Wolf Tone, é 'WOLF NOTE'. Esse corretor do Tablet está me matando,eheh

Anônimo disse...

Achei um absurdo essas modificacoes, rancar os trastes de uma american standard é desnecessario, sem contar que por melhor q seja o seu servico nunca vai se comparar com o servico da propria fender, nao curti o post, mas cada um faz o que quiser com seu instrumento.
Minha Fender veio perfeita de fabrica e nunca iria fazer modificacao nenhuma nela, os engenheiros trabalham anos pra deixar o instrumento perfeito pra vim alguem e cagar a guitarra
0,11 em stratocaster um estupro pra guitarra mas cada um sabe o que faz